De João Vasco a 6 de Outubro de 2010 às 15:11
Não compreendo alguns argumentos apresentados tais como: " A escala e o ritmo da fachada, repete as do edifício contíguo". O edifício proposto apresenta uma clara rotura estética com a envolvente, aliás postura típica holandesa, onde a arquitectura contemporânea convive paredes meias com o antigo. Um proposta arrojada que causara polémica, discussão e por fim respeito ...


De ateliermob a 6 de Outubro de 2010 às 15:48
João Vasco julgo que nesta imagem não se perceberá, mas é como está escrito: a métrica dos vazios repetia a do edifício contíguo. Para haver uma rotura estética teria de se identificar uma unidade na frente urbana, coisa que não sucede.
No que diz respeito à convivência antigo/novo não é preciso ir muito longe. Ali bem perto, na mesma frente urbana, há o exemplo de um edifício novo do final dos anos 90. Imita o antigo, na telha (embora marselha), nas cantarias (embora falsas) e no desenho das caixilharias (embora de alumínio).
O "respeito" que teve este projecto foi 2 anos à espera da licença da CML (por inépcia e não por discordância) que alteraram a vontade do promotor que já vendeu o lote. Pelas últimas informações que tivemos a ideia era fazer-se uma vivenda de luxo aproveitando o elevado índice de construção actualmente existente.


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