13 comentários:
De carolina a 20 de Novembro de 2008 às 19:08
IUPI!!!!


De ateliermob a 20 de Novembro de 2008 às 19:24
;)


De am a 27 de Novembro de 2008 às 20:28
é branco...
no meio de dois cor-de-rosa...
e não ligaram nenhuma ao beirado do da esquerda e à varanda corrida (?) do da direita...
mas contem mais coisas, mostrem pelo menos as plantas... isto assim não é blog não é nada...


De ateliermob a 27 de Novembro de 2008 às 22:41
Tentaremos postar as plantas em breve. É sempre difícil de fazê-lo de forma a que tenha alguma leitura.
De qualquer forma, há umas plantas publicadas (não a da versão licenciada) aqui: http://issuu.com/ateliermob/docs/_023_amoreiras
Mais abaixo há edifícios de outras cores e feitios.


De mm a 28 de Novembro de 2008 às 17:42
YEAAAAAHHHHHHHHHHHH!!!!!
FINALMENTE!!


De ateliermob a 29 de Novembro de 2008 às 18:27
;)


De Catarina Spencer a 17 de Janeiro de 2009 às 14:50
Estive a ver este projecto da Rua das Amoreiras e achei de um pessimo gosto penso que nao se enquadra com os restantes predios.Tenho a certeza que as pessoas que vivem nessa rua não iriam aprovar tal ideia.
Já agora é de meu conhecimento que habitam ainda pessoas nesse predio velho que apresentam nas fotos e essa para nós cidadão é que é a prioridade terem uma qualidade de vida digna pois sei que ainda por cima falamos de idosos e eles para onde vão para outros poderem viverem no luxo?????????



De ateliermob a 17 de Janeiro de 2009 às 16:18
Cara Catarina, vamos por partes.
O edifício existente está em péssimas condições físicas e sanitárias. Se nada se tiver alterado entretanto, já só estão dois fogos habitados - com 3 pessoas (não são só idosos) a viver. Para ambos os casos, o proprietário, terá de encontrar uma solução seja ela:
- provisória durante a obra - caso os actuais habitantes permaneçam no prédio
- realojamento - disponibilizando outro fogo na zona
- indemnização
Sem ser alcançado um acordo a obra não poderá ser realizada.
Não lhe falarei das condições em que as pessoas habitam, pois isso é matéria do foro pessoal de cada um, mas dir-lhe-ei, porque é público, que a CML não reconheceu estarem garantidas as condições mínimas de salubridade do edifício.
Relativamente à questão do gosto, é a sua opinião. Se as centenas de pessoas que vivem na rua vão "aprovar" ou não, não sabemos.
Sobre as soluções de projecto e a sua relação com o que está à volta, julgamos que faz uma avaliação precipitada. A escala e o ritmo da fachada, repete as do edifício contíguo, embora a rua tenha vestígios de várias épocas e, sobretudo, de diferentes formas de construção. Daqui retiramos o edifício, construído nos anos 90, com ares de antigo.
De qualquer forma, se for do seu interesse, disponibilizamo-nos para lhe mostrar o projecto de uma forma detalhada e trocarmos umas ideias sobre o assunto e/ou mantê-la informada sobre a solução alcançada para as pessoas que lá habitam. É só contactar-nos.


De João Vasco a 6 de Outubro de 2010 às 15:11
Não compreendo alguns argumentos apresentados tais como: " A escala e o ritmo da fachada, repete as do edifício contíguo". O edifício proposto apresenta uma clara rotura estética com a envolvente, aliás postura típica holandesa, onde a arquitectura contemporânea convive paredes meias com o antigo. Um proposta arrojada que causara polémica, discussão e por fim respeito ...


De ateliermob a 6 de Outubro de 2010 às 15:48
João Vasco julgo que nesta imagem não se perceberá, mas é como está escrito: a métrica dos vazios repetia a do edifício contíguo. Para haver uma rotura estética teria de se identificar uma unidade na frente urbana, coisa que não sucede.
No que diz respeito à convivência antigo/novo não é preciso ir muito longe. Ali bem perto, na mesma frente urbana, há o exemplo de um edifício novo do final dos anos 90. Imita o antigo, na telha (embora marselha), nas cantarias (embora falsas) e no desenho das caixilharias (embora de alumínio).
O "respeito" que teve este projecto foi 2 anos à espera da licença da CML (por inépcia e não por discordância) que alteraram a vontade do promotor que já vendeu o lote. Pelas últimas informações que tivemos a ideia era fazer-se uma vivenda de luxo aproveitando o elevado índice de construção actualmente existente.


De João Vasco a 6 de Outubro de 2010 às 17:18
O 2 anos à espera da licença da CML são um reflexo do nosso estado burocrata. Já não é a primeira vez que um construtor desiste. As torres do Siza e todas as outras estrelas que já pairaram pelo céu lisboeta tiveram o mesmo caminho ...


De Raul a 7 de Outubro de 2010 às 12:17
Óptimo. gosto do edifício. Claro que não faz sentido em pleno sec XXI mimetizar o "antigo", como pretenderiam algumas pessoas. há é que procurar articular escalas e estabelecer compromissos. Agora, os edifícios devem ter a referência do seu tempo... sempre assim foi ao longo da história. as pessoas que vão a Tomar, ver o que lá está...

Vou ficar à espera das plantas...

Bom trabalho.


De Rui Rodrigues a 8 de Abril de 2011 às 17:35
Realmente até fico admirado com certos comentários aqui existentes, quando dizem "O edifício proposto apresenta uma clara rotura estética com a envolvente", "achei de um pessimo gosto penso que nao se enquadra com os restantes prédios" e mais alguns.

Penso que continua a dar-se demasiada protecção ao existente, mesmo que este esteja quase em ruínas. É demais notório o esforço em manter o ritmo da fachada, dimensão das aberturas e vivência das varandas. na arquitectura não tem que haver revivalismo, ela é antes interpretativa, e por isso dou-vos os parabéns... ;)


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